Confira abaixo todas as especialidades atendidas em nossa Clínica, sendo trabalhos integrados e complementares com o objetivo de oferecer o melhor serviço do mercado:
Manchas nos dentes podem comprometer a estética bucal
Boa aparência! É uma expressão que resume a auto-estima da sociedade moderna. Hoje, independente da posição social, para sentirem-se bem as pessoas precisam estar contentes com a própria imagem. Por isto, um fator determinante da beleza externa merece cuidados, os dentes. Responsáveis em auxiliar na ingestão de alimentos e bebidas, os dentes ficam expostos a substâncias internas e externas com altos níveis de corante e podem sofrer alterações na sua cor, conseqüentemente, afetando a estética.
Manchas brancas, amarelas e até mesmo marrons podem aparecer no esmalte dos dentes devido aos fatores externos como cigarro, café, chá, vinho tinto, refrigerantes e internos como as reações do organismo pelo uso de antibióticos (tetraciclina), elevada utilização de flúor (fluorose) e também pelo processo natural de envelhecimento. Portanto, os tipos e intensidades das descolorações dependerão da mistura de fatores genéticos, da ingestão de substâncias com corantes e hábitos rotineiros. "A saúde bucal reflete as reações do corpo e está diretamente ligada ao modo de vida do individuo" reforça Dr. Sidnei Goldmann, especialista em implantodontia e clareamento.
Para as manchas superficiais causadas por alimentos, placa bacteriana, café ou cigarros, o tratamento indicado é o jato de bicarbonato de sódio seguido de um polimento. Já para as manchas brancas (fluorose), o recomendado é o método que "lixa" os dentes, chamado de Micro Abrasão. Entretanto, para as manchas enraizadas na camada interna dos dentes (na polpa), a técnica ideal é o clareamento dental. O gel à base de peróxido de hidrogênio é colocado no esmalte e, logo em seguida, o laser é aplicado sobre as moléculas do gel que ativa a liberação de oxigênio, promovendo o branqueamento dos dentes.
As restaurações e prótese são casos que não respondem aos métodos de clareamento conhecidos, que só agem sobre o esmalte natural dos dentes. Portanto, para recuperar próteses com problemas de cor a solução é fazer uma restauração com a técnica de facetas laminadas, uma capa que envolve apenas a parte frontal dos dentes e pode ser de resina ou porcelana, sendo esta última a mais indicada para quem procura a estabilidade de cor, pois as porcelanas não sofrem alterações na coloração.
O especialista Goldmann ressalta que dentes bonitos elevam a auto-estima e são essenciais para o convivo social. "Um sorriso bonito ajuda no relacionamento social, confere uma boa aparência e ajuda na estética geral do individuo".
Fonte: Dentalpress – www.dentalpress.com.br
Maioria das pessoas que range os dentes à noite desconhece o problema
Pelo menos 15% da população mundial range os dentes durante a noite. Mas a maioria não sabe. É o que acredita o pesquisador da Universidade de Brasília (UnB) Carlos Gramani Guedes, que fez um levantamento sobre o problema, que pode acarretar desde desgastes nos dentes até fortes dores de cabeça.
Ninguém sabe o que causa o chamado “bruxismo”. Em alguns casos, ele surge por um mau posicionamento dos dentes ou da arcada dentária – coisas que podem ser consertadas por um bom ortodontista. Em outras pessoas, o ranger está intimamente ligado ao estresse. Mas, na maioria dos casos, não há um motivo aparente.
Mais difícil do que saber as causas do problema, no entanto, pode ser detectá-lo. É raro alguém perceber que range os dentes durante o sono sozinho, porque está dormindo. Em alguns casos, um parceiro pode detectar o ranger e alertar a pessoa. Em outros, o dentista nota os desgastes típicos nos dentes. Mas há aqueles casos em que a pessoa simplesmente não reconhece os sintomas.
O ranger dos dentes pode afetar diversas partes do corpo e gerar sintomas que não são imediatamente relacionados a um problema odontológico. Algumas pessoas passam meses com dores de cabeça intensas sem imaginar que a causa está nos dentes. O ranger também causa dor na mandíbula e no pescoço.
Alguns profissionais usam um exame chamado de polissonografia, que é considerada uma maneira confiável de diagnosticar o problema. No entanto, além de caro, ele dá trabalho, pois o paciente precisa passar uma noite em um laboratório de distúrbios do sono.
Embora não exista cura para o bruxismo, há tratamento. Na maioria dos casos, consiste no uso de uma placa de resina, feita por um ortodontista especialmente para o paciente. A placa evita o desgaste dos dentes e, em alguns casos, pode até corrigir o posicionamento dentário e aliviar o ranger. Toda vez que o paciente deixar de usar o aparelho, no entanto, o problema volta.
Fonte: G1
Periodontite pode levar à perda dos dentes
Todas as pessoas reconhecem que o sorriso serve como um verdadeiro cartão de visitas. No entanto, a má escovação, problemas hormonais e hereditários podem acarretar uma inflamação dos tecidos bucais, conhecida por periodontite, que se não for tratada na fase inicial pode levar à queda dos dentes.
Hoje, de acordo com o Ministério da Saúde, 78% dos brasileiros da faixa etária de 35 a 44 anos apresentam problemas periodontais. “O maior problema da periodontite é, por se tratar de uma doença sem nenhuma sintomatologia dolorosa, o paciente não sente dor, achando que está tudo bem e não procura tratamento nos estágios iniciais”, esclarece o dentista Sidnei Goldmann.
De acordo com os especialistas, a periodontite é resultado do acumulo de bactérias sobre a gengiva que destrói as fibras da arcada dentária, causa sangramento, mobilidade do dente, detrimento ósseo e, em alguns casos, a perda do dente. Assim, a má escovação faz com que o alimento permaneça na boca e aumente a placa bacteriana.
Entre as mulheres, na época da menopausa, naturalmente, aumenta o número de germes bucal que podem proceder a periodontite. Também se deve alertar que as grávidas devem se prevenir para na repassar aos filhos bactérias danosas. Estudos comprovam clinicamente que os bebês podem herdar microorganismos da mãe e ficar propício a uma inflamação bucal.
O tratamento básico contra a inflamação dos tecidos bucais é a remoção da placa de germes (tártaro) por meio da raspagem da gengiva e raiz do dente. A perda dentária precoce é grave. A orientação é não deixar o quadro se agravar para, daí, procurar o auxílio de um especialista. De acordo, com Goldman, o conceito de que tudo o que é tratado antes tem maior probabilidade de cura também serve para a saúde bucal.
Fonte: Paraná Online
Periodontite diminui colesterol "bom" e aumenta triglicerídeos
Uma pesquisa brasileira publicada no "Journal of Periodontology" revela que a periodontite (inflamação dos tecidos moles em torno dos dentes, como a gengiva) aumenta em até quatro vezes o risco de a pessoa ter níveis de triglicerídeos no sangue maior do que o tolerado e também diminui os níveis de HDL, conhecido como colesterol "bom" -o que aumenta o risco de desenvolver aterosclerose (formação de placas nas paredes das artérias).
De acordo com a autora do estudo, a dentista Andréa Moreira Monteiro, da USP, a doença periodontal é associada a outras doenças sistêmicas (como o diabetes e riscos de partos de prematuros) e, por isso, o objetivo desse estudo era descobrir se ela também poderia estar relacionada ao aumento do risco de doença cardiovascular.
Ao todo, 80 pacientes participaram da pesquisa, que transcorreu durante um ano: 40 estavam com a periodontite instalada e outros 40 não tinham o problema (grupo controle).
Todos tiveram o sangue colhido e passaram por um hemograma completo, que avaliou os níveis de colesterol total, triglicerídeos, LDL (colesterol "ruim") e HDL (colesterol "bom"). Eles também passaram pela técnica "Varredura-Z", que faz a dosagem da quantidade de LDL modificado (oxidado) no sangue.
"As análises apontam que os pacientes com periodontite crônica têm níveis elevados de LDL oxidado no sangue em comparação com as pessoas saudáveis. Essa oxidação é a causa da doença aterosclerótica", explica Monteiro.
A pesquisadora acrescentou que os resultados confirmaram que a inflamação provocada pelas bactérias na gengiva potencializa o processo de oxidação do LDL e aumenta os riscos da doença cardiovascular.
A doença
A periodontite é uma inflamação crônica e tem como causa mais frequente o acúmulo de bactérias no esmalte dentário e na gengiva. O principal sinal da doença é o sangramento.
Com o passar do tempo e sem que a pessoa sinta dor, as fibras e os tecidos que suportam os dentes são comprometidos pela inflamação. Na ausência de tratamento adequado, há risco de perda dentária.
Os 40 pacientes com periodontite foram tratados e tiveram o sangue colhido novamente, um ano depois dos primeiros resultados do estudo. Segundo Monteiro, os níveis de triglicerídeos diminuíram, mas o HDL não aumentou.
"Com esses resultados, a gente espera que a população se conscientize da importância de manter a saúde bucal em dia e de fazer o tratamento adequado. O sangramento da gengiva é o primeiro sinal de que alguma coisa está errada", diz.
Fonte: Folha Online
Nem todos os cremes dentais são eficientes contra cáries
Uma pesquisa da Faculdade de Odontologia da Unicamp, em Piracicaba, apontou que nem todo creme dental é eficiente contra as cáries (desintegração do esmalte e da dentina). Segundo os pesquisadores, a diferença está na concentração de flúor em cada produto.
Durante três meses foram tratados, em laboratório, 120 amostras de dentes de crianças com cremes de alta e baixa concentração de flúor. Os de baixa concentração, comuns nas linhas infantis, não conseguiram conter as bactérias que causam a cárie.
O estudo também mostrou que, ao contrário do que se pensava, os cremes com pouco flúor não evitam a fluorose, que são aquelas manchas brancas nos dentes.
Após este estudo, os pesquisadores recomendam observar a embalagem na hora da compra de cremes dentais. O aconselhável é levar para casa aqueles com concentração maior que mil PPM (Parte Por Milhão).
Para crianças menores de dois anos, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda fazer a limpeza dos dentes usando uma escova para bebês. Elas são colocadas em um dos dedos dos adultos, que supervisionam a escovação.
Fonte: EPTV
Hábito de “beliscar” comida durante a infância está associado a cáries na adolescência
Após avaliar dados relacionados à saúde bucal de adolescentes com 15 anos de idade acompanhados longitudinalmente do 1º aos 15 anos de idade, estudo sueco publicado no periódico científico Sweden Dental Journal concluiu que há uma forte relação entre cáries no período inicial da infância e a prevalência de cárie no dente posterior aos 15 anos de idade e que o ambiente psicossocial no qual a criança vive durante sua infância tem um impacto sobre a saúde bucal na fase adulta. Além disso, a pesquisa demonstrou que adolescentes com sobrepeso e obesidade têm uma prevalência de cárie proximal significativamente mais alta do que aqueles com peso normal. Além disso, foi demonstrado que o hábito de crianças de “beliscar” comidas aos 1 e 3 anos de idade foi associado a cáries proximais aos 15 anos.
De acordo com o artigo, bons hábitos de higiene oral, incluindo o uso de pasta de dente com flúor, estabelecidos logo cedo na infância, fornecem uma base para uma boa saúde bucal na adolescência. No texto, Anita Alm, autora do estudo, que é fruto de sua tese de Doutorado apresentada junto ao instituto de odontologia da University of Gothenburg, Suécia, defende que os futuros programas preventivos devem incluir, em um nível multidisciplinar, estratégias para prevenir e reduzir tanto as cáries quanto a obesidade em idades precoces. “Os dados epidemiológicos de cáries devem incluir as lesões iniciais por cáries sobre a superfície de dentes proximais de maneira a mostrar a verdadeira prevalência de cárie”, acrescenta.
Os resultados apresentados mostraram que a prevalência de cáries proximais em adolescentes com 15 anos de idade é subestimada nos dados oficiais do país, visto que as lesões iniciais por cáries não estão incluídas nestas estatísticas. “Dois terços de todos os indivíduos com 15 anos tinham cáries proximais e as cáries iniciais constituíram 86% do número total de lesões por cáries. Houve uma forte relação entre cáries na mais tenra infância e a prevalência de cáries proximais no dente posterior aos 15 anos de idade”, afirma Alm.
Segundo o texto, crianças que tiveram cáries aos 6 anos receberam significativamente mais tratamento na dentição primária durante o período dos 7 aos 12 anos do que aquelas que não apresentaram cáries na mesma idade. Entre os dados mostrados pelo artigo, destaca-se também o fato de que a postura dos familiares em relação à saúde bucal e os fatores psicossociais durante o período inicial da infância têm um efeito sobre as cáries proximais aos 15 anos de idade. “Além disso, a placa nos incisivos primários ao primeiro ano de vida e a escovação pouco freqüente aos 3 anos foram associadas à ocorrência de mais cáries aos 15 anos”, diz Anita Alm no texto.
Fonte: Agência Notisa
Bebês desenvolvem cáries com facilidade
Os dentes de um bebê não estão livres de cáries, apesar de receber apenas leite materno como alimento. Igual aos adultos, os pequenos têm bactérias em sua boca que podem projudicar os “novos” dentes.
Assim advertiram especialistas no XIII Congresso Centro-americano de Odontologia Pediátrica, que ocorreu em Monteverde (Puntarenas) e terminou neste último final de semana. Ao encontro, organizado pela Academia Costarriquenha de Odontologia Pediátrica, assistiram 120 especialistas.
Lactose
Segundo explicaram os dentistas, a lactose presente no leite que os bebês ingerem alimenta as bactérias presentes na boca. Estas crescem e formam uma placa bacteriana que, com o tempo, destrói os tecidos duros dos dentes e forma as cáries.
Elisa Sánchez, dentista pediátrica de Panamá, afirmou que a lactose – açúcar do leite – atua da mesma maneira que o açúcar de um caramelo.
- O dente do bebê se enche de manchas brancas e inicia um processo de descalcificação. A destruição pode ser rápida – disse Sánchez.
A recomendação dos especialistas é de escovar os primeiros dentes do bebê, que praticamente não aparecem.
- Não é preciso usar pasta de dente. A limpeza é feita só com uma e escova e três vezes ao dia – afirmou Silvia Gudiño, dentista e investigadora da Universidade de Costa Rica.
Fonte: Correio do Brasil
Sorriso metálico
Até pouco tempo eram considerados ´coisa de jovem´, reforçando o estilo descolado e o rosto marcado pelas extravagâncias típicas da adolescência. Hoje, o sorriso metálico e reluzente dos que usam aparelhos ortodônticos, vem sendo esboçados por muitos adultos. Um exemplo são os pacientes assistidos pelo especialista em Ortodontia pela Universidade de São Paulo (USP), Nacélio Mesquita, onde 70% de sua clientela é composta por adultos de diferentes faixas etárias.
Cada vez mais, o ser humano busca melhorar e aperfeiçoar sua qualidade de vida. Logo, ter um sorriso perfeito e saudável passou a ser essencial para dar uma ´levantada´ na auto-estima e facilitar as relações interpessoais.
São maioria
De acordo com Dr. Nacélio Mesquita, os adultos já representam de 20% a 30% da clientela de uma clínica ortodôntica. ´Não há limite de idade, desde que haja uma saúde geral e bucal boa. Nossa paciente mais velha tem 82 anos, chegou a usar aparelho por três meses, mas devido a problemas de saúde, não relacionados ao tratamento dentário, pediu para retirá-lo enquanto se recupera´.
Para a bancária Gisele Albuquerque, 48 anos, o uso do aparelho ortodôntico amenizou os incômodos gerados pela Disfunção da Articulação Temporomandibular (DTM) e o bruxismo.´Há cerca de dez anos sofro fortes dores na cabeça e no ouvido. Não conseguia dormir direito e, ainda, tinha um grande cansaço bucal, a sensação era a ter passado o dia mastigando´, diz. Após pouco mais de dez meses de tratamento, Gisele observa melhoras consideráveis, pois não sofre mais de cefaléia.
Embora mais freqüente em adolescentes, o uso do aparelho ortodôntico não assustou a bancária, que contou com o apoio dos filhos. ´Nada no mundo depende de idade´, descreve, que no começou ficou impaciente ´com o monte de ferros na boca, mas que nunca teve vergonha ou sofreu algum tipo de preconceito.
Em tratamento há dois anos, o engenheiro agrônomo Erildo Pontes, 48, buscou ajuda de um ortodontista por estar atento aos cuidado com a saúde: ´depois que completei 40 anos, redobrei a atenção. Para obter uma mastigação perfeita e de evitar problemas futuros, recorri aos serviços de um dentista. O uso do aparelho ortodôntico foi uma conseqüência´.
Conforme o ortodontista Nacélio Mesquita, é possível tratar com a mesma eficácia crianças, jovens e adultos. Porém, por não ter mais crescimento ósseo e apresentar maior perda gengival e dentária, os adultos necessitam de cuidados específicos no uso de forças ortodônticas, que devem ser leves e com ativações mais espaçadas.
Quanto a duração do tratamento, Narcélio Mesquita ressalta que o tempo varia de acordo com o perfil do paciente e a técnica aplicada. ´Trata-se de uma questão importante para o adulto, pois em geral opta por um tratamento rápido. Hoje com os aparelhos auto-ligáveis de baixo atrito, a exemplo do Damon System, o tempo de tratamento reduziu de 24 meses para 16 meses, mas que varia de acordo com as especificidades de cada caso´, explica o ortodontista.
Efeitos da idade
A ortodontia vai muito além do alinhamento dos dentes. Segundo Nacélio Mesquita, a especialidade se aproxima cada vez mais para trabalhar em conjunto com a cirurgia plástica visando o rejuvescimento facial com um todo.
As mudanças decorrentes da idade passam a ser mais visíveis, uma vez que a pele sofre um relaxamento em decorrência da perda a elasticidade e do tônus. ´Aos 50 anos as pessoas, em geral, já sofrem os efeitos do envelhecimento facial.
No terço inferior da face, que é o que diz respeito a ortodontia, as pessoas mostram mais dentes inferiores que superiores. Principalmente ao falar, os dentes superiores aparecem menos no sorriso já que os lábios estão mais finos e levantam menos, as arcadas dentárias estão mais estreitas, o perfil mais côncavo (murcho) e a dimensão vertical diminuída´, explica o especialista.
AVALIAÇÃO
06 anos de idade é a fase ideal para que a criança seja submetida a uma avaliação, embora poucos problemas ortodônticos necessitem ser tratados nessa idade.
Alinhar os dentes desafia a história
Quem pensa que o desejo de ter um sorriso perfeito é algo recente, está muito enganado. O interesse existe desde a época antes de Cristo. Durante suas pesquisas, arqueólogos descobriram múmias antigas com bandas rudimentares de metal amarradas ao redor de dentes individuais. Entre 400 e 500 a.C, os gregos Hipócrates e Aristóteles comentaram sobre as formas de alinhar e consertar a condição dos dentes.
Existem, inclusive, relatos na Grécia Antiga sobre aparelhos para manter espaços e prevenir o colapso da dentição durante a vida. Mas, foi somente por volta de 1700 que ocorreram eventos realmente importantes para a ortodontia. Em 1728, o dentista francês Pierre Fauchard publicou ´O Cirurgião Dentista´, livro no qual há um capítulo sobre como alinhar dentes. Fauchard usava um equipamento chamado de Bandeau, uma peça em forma de ferradura feita de metal precioso que ajudava a expandir o arco e ordenar a arcada dentária.
O termo ortodontia só surgiu em 1841, com Joachim Lefoulon. Desde então, a área sofreu grande avanços.
Fonte: Diário do Nordeste
Ortodontia requer auxílio do fonoaudiólogo
Corrigir a posição dos dentes e dos ossos maxilares posicionados de forma inadequada é papel da ortodontia, uma das especialidades da Odontologia.
Dependendo do caso, o odontólogo precisará do apoio de um fonoaudiólogo para auxiliar no trabalho de respiração, mastigação e deglutição.
"A ortodontia é uma área da saúde relacionada diretamente à fonoaudiologia. Muitos tratamentos ortodônticos evoluem com a fonoterapia associada", ressalta a fonoaudióloga e tutora do Portal Educação, Carolina Cysne.
O tratamento de reeducação multifuncional tem como finalidade trabalhar toda a musculatura orofacial associada à deglutição, para que haja um alcance significativo no desempenho desta função.
Fonte: Folha Online
Saiba tudo sobre implantes
O que são Implantes Dentais?
Os implantes dentais são Pinos de Titânio colocados no local onde houve extração (exodontia) dentária.
Funciona como uma raiz artificial, onde será confeccionada uma coroa (prótese), após a cicatrização (osseointegracão), da colocação do pino de titânio, devolvendo ao paciente estética e função.
O que é osseointegracão?
É a íntima união das células ósseas com a superfície do titânio (forma uma soldadura biológica, crescendo osso ao seu redor).
Que final idade tem os Implantes?
Devolver a função
Devolver a estética
Frear a reabsorção óssea (atrofia do osso alveolar)
Fases de um tratamento convencional de Implantes
Exame e diagnóstico:
Nesta fase o dentista irá estudar cada caso, podendo pedir exames laboratoriais e exames radiográficos. Com todos estes exames o dentista estará avaliando se você é um candidato ideal para o tratamento com implantes.
Cirurgia - O tratamento cirúrgico é realizado em outras duas fases:
Colocação cirúrgica do pino de titânio no osso maxilar ou mandibular. Estes pinos permanecerão cobertos pela gengiva durante a fase de osseointegracão.Este período varia de 04 á 06 meses no maxilar superior e 02 á 04 meses no maxilar inferior.
Após os meses necessários de cicatrização é feita uma pequena abertura na gengiva, para conectar os implantes que estão cobertos com a prótese que será confeccionada.
Elaboração da Prótese
Nesta fase serão feitas moldagens, com a finalidade de obter uma cópia exata de sua cavidade oral. Estes modelos serão enviados para técnicos de laboratório para confecção da prótese.
Controle e Manutenção
Após o término do tratamento, você irá verificar grande benefício que o implante lhe proporcionará. Para que o resultado seja duradouro você deverá seguir cuidadosamente os cuidados de higienização e retornos periódicos ao dentista para avaliações clinicas e radiográficas.
O que é DTM?
A Disfunção Temporomandibular (DTM) é uma anormalidade que acomete os músculos da mastigação e/ou a ATM (articulação temporomandibular,as ATMs estão localizadas a frente dos ouvidos e conectam a mandíbula ao crânio). A disfunção de ATM pode estar relacionada a hábitos comuns, como o apertamento dentário e o bruxismo (apertar ou ranger), roer unhas, mastigar chicletes, postura da cabeça (para a frente), ou ainda apresentar fatores relacionados com o estresse, depressão e ansiedade.Por possuir mais de uma causa, o tratamento varia de paciente para paciente,podendo incluir outros profissionais da area de saude.
Quais os sintomas mais frequentes?
Quando afeta os músculos mastigatórios pode causar dor na região da face, dores de cabeça(cefaléias), dificuldade para mastigar, sensação de fraqueza e cansaço nos musculos mastigatórios, e em alguns casos ate espasmos musculares que dificultam a abertura bucal.
Quando afeta os dentes causa desgaste do esmalte dentário, fraturas de dentes e /ou restaurações, retrações gengivais.
Quando afeta as ATMs, causa dor ao mastigar, dores na região da face que podem ser confundidas com dor de ouvido, presença de estalos para abrir e/ou fechar a boca. E , em casos mais graves travamento bucal.
O que é o bruxismo?
O Bruxismo é definido como um distúrbio caracterizado pelo ranger ou apertar dos dentes (como uma mastigação) durante o período de sono. Sua causa ainda não foi definida, porém, durante o Bruxismo, as forças realizadas sobre a musculatura mastigatória e os dentes são excessivas produzindo sintomas musculares e dentais, tais como: dor facial atípica, desconforto muscular principalmente ao morder, dores de cabeça, desgaste dos dentes e danos às gengivas. Um sintoma típico é o desgaste do esmalte dos dentes. É por isso mesmo que, em geral, é o dentista que detecta primeiramente o bruxismo.
Tratamento
Existem vários tratamentos em estudo, mas, por enquanto, o mais recomendado é o aparelho intra-oral confeccionado com resina acrílica chamado placa miorrelaxante. Esse tipo de tratamento proporciona uma posição articular estável, protegendo os dentes e toda a estrutura de suporte dos mesmos (gengivas, maxilares, etc.). Existem também, outros tipos de tratamento tais como o Biofeedback, acupuntura, orientação para controle de habitos parafuncionais e medicamentos, sua utilização depende do diagnóstico de cada caso. Quanto a utilização de medicamentos, mesmo que alguns remédios possam reduzir a incidência do bruxismo, ainda não há comprovação científica suficiente para justificar seu uso, especialmente a longo prazo.
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